Dr. Fábio Israel MarquesCirurgião do Aparelho Digestivo
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Áreas de atuação em Cirurgia do Aparelho Digestivo

Quando falamos em Cirurgia do Aparelho Digestivo, estamos falando de problemas muito diferentes entre si.

Refluxo gastroesofágico, hérnia de hiato, pedras na vesícula, hérnias da parede abdominal e obesidade são alguns exemplos. Há também doenças que envolvem o esôfago, o estômago, o intestino, o fígado, o pâncreas e a região anal.

Por isso, não existe uma resposta igual para todo mundo.

Antes de conversar sobre cirurgia, é preciso compreender o que está acontecendo, conhecer a história de cada pessoa, avaliar os sintomas, revisar os exames e entender quais tratamentos já foram realizados.

Em algumas situações, a cirurgia pode ser o caminho mais adequado. Em outras, pode ser necessário acompanhar, investigar melhor ou discutir alternativas.

Áreas com informações aprofundadas

A avaliação do refluxo gastroesofágico e da hérnia de hiato considera os sintomas, os exames realizados, os tratamentos anteriores e a resposta ao tratamento clínico.

Nem todo paciente com refluxo precisa de cirurgia. Da mesma forma, a decisão não deve ser tomada apenas pela presença de uma hérnia de hiato.

Quando existe a possibilidade de tratamento cirúrgico, procedimentos como a hiatoplastia e a fundoplicatura podem fazer parte da conversa. Antes de escolher uma técnica, porém, é necessário compreender se existe indicação de cirurgia e quais fatores precisam ser considerados naquele caso.

Saiba mais sobre refluxo gastroesofágico e hérnia de hiato

A avaliação para cirurgia bariátrica considera as condições de saúde, o histórico de peso, os tratamentos anteriores, as expectativas, os riscos e as alternativas disponíveis.

O bypass gástrico e a gastrectomia vertical, também chamada de sleeve, são algumas das técnicas que podem ser discutidas. A escolha depende das características e das necessidades de cada pessoa.

O acompanhamento também faz parte do tratamento. Isso inclui a preparação para a cirurgia e o seguimento durante a recuperação e nos períodos posteriores.

Pacientes que apresentam reganho de peso, complicações ou dúvidas relacionadas a uma cirurgia anterior também podem precisar de uma nova avaliação. A cirurgia revisional não deve ser presumida antes de compreender o que está acontecendo.

A obesidade é uma doença e não deve ser tratada com culpa, julgamento ou discursos sobre falta de força de vontade.

Saiba mais sobre tratamento da obesidade e cirurgia bariátrica

Pedras na vesícula também são chamadas de colelitíase.

A avaliação considera os sintomas, os exames realizados e as características de cada situação. Nem toda pedra encontrada em um exame significa que uma cirurgia será necessária.

Também podem fazer parte dessa avaliação:

  • colecistite aguda, que é a inflamação da vesícula;
  • pólipos da vesícula;
  • cálculos nas vias biliares.

Quando existe indicação cirúrgica, a colecistectomia é o procedimento para retirada da vesícula. A cirurgia pode ser realizada por videolaparoscopia, de acordo com a avaliação e o planejamento de cada caso.

A decisão não começa pela operação. Começa pela compreensão dos sintomas, dos exames e dos riscos envolvidos.

Saiba mais sobre pedras e cirurgia da vesícula

Hérnias inguinais, umbilicais e incisionais são problemas diferentes. Cada uma possui localização, características e formas de apresentação próprias.

A avaliação pode considerar:

  • o tipo e a localização da hérnia;
  • o tamanho;
  • a presença de dor ou desconforto;
  • a evolução do problema;
  • o risco de complicações;
  • as cirurgias realizadas anteriormente;
  • as condições de saúde do paciente.

A avaliação da parede abdominal também pode envolver a presença de diástase.

Quando o tratamento cirúrgico é discutido, a videolaparoscopia pode fazer parte do planejamento em situações selecionadas. A escolha da técnica depende das características da hérnia e da pessoa que será operada.

A técnica não deve ser definida antes da compreensão completa do caso.

Saiba mais sobre hérnias da parede abdominal

Outras condições avaliadas

Minha atuação também envolve doenças do esôfago, do estômago, do fígado, do pâncreas, do intestino e da região anal.

Além do refluxo gastroesofágico e da hérnia de hiato, a avaliação em Cirurgia do Aparelho Digestivo pode envolver:

  • acalásia;
  • megaesôfago;
  • divertículos do esôfago;
  • câncer de esôfago.

Cada uma dessas condições possui formas de investigação e possibilidades de tratamento diferentes.

A atuação pode envolver a avaliação de:

  • úlcera gástrica;
  • câncer de estômago.

A necessidade de avaliação cirúrgica depende do diagnóstico, dos exames, dos tratamentos anteriores e das condições clínicas de cada paciente.

Entre as condições avaliadas estão:

  • cistos do fígado;
  • tumores do fígado;
  • cistos do pâncreas;
  • câncer de pâncreas.

Esses problemas podem exigir investigação, acompanhamento e avaliação individualizada das possibilidades de tratamento.

A atuação pode envolver:

  • hérnia interna;
  • apendicite aguda;
  • doença diverticular;
  • diverticulite aguda;
  • câncer de intestino e do cólon.

A condução depende do diagnóstico, dos sintomas, dos exames e da evolução de cada situação.

Hemorroidas, fissuras e fístulas anais podem causar sintomas e impactos diferentes na rotina.

A avaliação pode envolver:

  • hemorroidas;
  • fissura anal;
  • fístulas anais.

É importante compreender qual é o problema, há quanto tempo os sintomas estão presentes e quais tratamentos já foram realizados antes de discutir os próximos passos.

Nem toda avaliação termina em cirurgia

Receber um diagnóstico não significa, automaticamente, que uma operação será necessária.

A história do paciente, os sintomas, os exames, os tratamentos anteriores, os riscos e as alternativas precisam ser considerados antes de qualquer decisão.

Em alguns casos, a cirurgia faz sentido. Em outros, o melhor caminho pode ser acompanhar, investigar ou manter outro tipo de tratamento.

Saber operar é fundamental. Saber quando operar e quando não operar também é.

Cirurgia quando faz sentido. Respeito o tempo todo.

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Identificação profissional

Dr. Fábio Israel Marques

CRM 173045-SP | MÉDICO

RQE 95412 — Cirurgia do Aparelho Digestivo

RQE 130683 — Cirurgia Geral

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