Sobre o Dr. Fábio Israel Marques

Cirurgião do Aparelho Digestivo em São Paulo

Olá! Tudo bem? Espero que sim.

Sou cirurgião do aparelho digestivo, mas acredito que meu trabalho não começa na sala de cirurgia. Ele começa na conversa, na escuta e na compreensão do que cada pessoa está vivendo.

Por isso, gosto de explicar com clareza, ouvir as dúvidas e discutir as possibilidades antes de qualquer decisão. Em algumas situações, a cirurgia é o caminho mais adequado. Em outras, pode ser necessário investigar melhor, acompanhar ou considerar alternativas.

A parte mais responsável do trabalho é entender o que realmente faz sentido para cada pessoa.

Meu consultório fica nos Jardins, em São Paulo.

Minha trajetória na Cirurgia

Em 2013, quando ainda estava na faculdade, lá em Teresina, entrei na minha primeira cirurgia abdominal. Em meio a todas as sensações e descobertas daquele dia, tive uma certeza: era aquilo que queria fazer pelo resto da vida.

No internato, ao lado de um grande amigo, fizemos nosso TCC sobre as gastroduodenopancreatectomias (nome e cirurgia bem difíceis) realizadas no maior hospital público do Piauí àquela época. Ali, meu amor pela cirurgia do aparelho digestivo já começava a ganhar forma.

Concluí a graduação em Medicina pela Universidade Federal do Piauí em 2015 e, literalmente no dia seguinte, embarquei para São Paulo, que viria a se tornar minha segunda casa.

Fiz residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Heliópolis, entre 2015 e 2017, e pude começar a viver na essência o dia-a-dia cirúrgico e o cuidado com pacientes em diferentes níveis de complexidade.

Eu me encontrei na Cirurgia por causa da parte prática e do desafio.

Gosto de acompanhar de perto a evolução dos pacientes e de participar de diferentes etapas do tratamento. Na Cirurgia, muitas vezes conhecemos a pessoa antes da operação, ajudamos na preparação, estamos presentes no procedimento e continuamos acompanhando sua recuperação.

Por que escolhi a Cirurgia do Aparelho Digestivo?

A escolha pela Cirurgia do Aparelho Digestivo, porém, não aconteceu em linha reta.

Em 2017, quando precisei decidir qual caminho seguir depois da Cirurgia Geral, até comecei uma residência em Cirurgia Vascular, mas dois meses e 5 dias depois, percebi que não dava para lutar contra a paixão antiga e que meu lugar era mesmo na Gastrocirurgia.

Foi um desvio curto, mas bastante esclarecedor.

Resolvi deixar o programa e estudar para seguir a área que realmente me interessava. Em 2018, iniciei a residência em Cirurgia do Aparelho Digestivo no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o HCFMUSP, onde me formei em 2020.

Depois da residência, permaneci no HCFMUSP como preceptor em Cirurgia do Aparelho Digestivo e Coloproctologia no ano de 2020 e junto ao grupo de Cirurgia Bariátrica entre 2021 e 2022. Essa experiência me permitiu aprofundar minha formação e, ao mesmo tempo, participar do ensino de outros cirurgiões.

Experiência em diferentes realidades

Ao longo da minha formação e da minha atuação profissional, conheci realidades bastante diferentes.

Seja no Piauí ou em São Paulo, em hospitais públicos, universitários ou privados, convivi com estruturas, recursos e rotinas muito diferentes entre si.

Após a residência, passei a atuar no HIAE, e a experiência em um centro de excelência contribuiu bastante para o desenvolvimento da minha prática clínica e cirúrgica.

Conhecer ambientes tão distintos reforçou uma convicção: estrutura, tecnologia e experiência são importantes, mas só fazem sentido quando estão a serviço de uma indicação responsável e de um atendimento respeitoso.

Os recursos podem variar. O compromisso com o cuidado, não.

Explicar também faz parte

Antes de entrar na Medicina, fui professor de Ciências para alunos do 7º ano, no Piauí.

Acho que isso explica um pouco da forma como conduzo as consultas.

Gosto de conversar, ouvir as dúvidas e explicar o que está acontecendo de um jeito que faça sentido, sem abandonar a parte técnica.

Uso uma régua simples: se eu não consigo explicar de forma que um jovem ou adolescente possa compreender, provavelmente preciso encontrar uma maneira melhor de explicar.

Isso não significa infantilizar o paciente ou fingir que assuntos complexos são simples. Significa organizar a informação, traduzir os termos técnicos e avançar aos poucos.

Nem sempre todas as respostas aparecem em uma primeira conversa. Mesmo assim, acredito que o paciente precisa entender o que já sabemos, o que ainda precisa ser investigado, quais são as possibilidades e por que determinado caminho está sendo discutido.

Uma consulta não deveria terminar apenas com uma lista de palavras difíceis.

Minha forma de cuidar

Entendo e defendo que um tratamento bem conduzido começa no acolhimento do paciente, das suas dúvidas e das suas angústias.

Medo, insegurança e ansiedade podem fazer parte de uma decisão cirúrgica. Ignorar isso não torna o tratamento mais técnico. Apenas torna a experiência mais solitária.

Por isso, procuro unir conhecimento médico, escuta ativa e explicação clara.

Saber operar é fundamental. Saber quando operar e quando não operar também é.

Antes de indicar uma cirurgia, é necessário compreender a história, os sintomas, os exames, os tratamentos anteriores, os riscos e as alternativas. A escolha de uma técnica vem depois da compreensão do caso, não antes.

Afinal, mesmo sendo cirurgiões, cuidamos de pessoas.

A lógica é simples: cirurgia quando faz sentido. Respeito o tempo todo.

Conheça minha formação e experiência profissional

Na página de currículo, você encontra informações sobre minha graduação, residências médicas, preceptoria, formação complementar e atuação profissional.

Conheça meu currículo profissional

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